sábado, 13 de janeiro de 2018

CRIAÇÃO DA DIOCESE DE GARANHUNS (1918)

Palácio Episcopal de Garanhuns em 1934.
Créditos da foto: Socorro Chagas
Por João de Deus de Oliveira Dias

Em 2 de agosto de 1918, foi criada a Diocese de Garanhuns, pela Bula Pontifícia do Santo Padre Bento XV, quando ainda no sólio olindense o saudoso Arcebispo Dom Sebastião Leme, a quem pertenceu a iniciativa de criar esses dois bispados do interior pernambucano; o de Garanhuns e o de Nazaré da Mata. Em relação ao primeiro, contou o ilustre metropólita com a decidida cooperação do povo garanhuense, tendo à frente o seu estimado pároco, de então, Cônego Benigno Lira. 

PRIMEIROS BISPOS

Foi seu primeiro prelado o Exmo. Revmo. Dom João Tavares de Moura, que naquele ano ocupava a Paróquia de Olinda, onde foi sagrado bispo na Velha Sé, vindo somente tomar posse do Bispado no princípio de 1919.

Dom Moura governou a Diocese de 1919 a 1927, quando faleceu subitamente. A ele substituiu Dom Manuel de Paiva, que assumiu o governo no ano de 1928, demorando-se 8 anos, até 1936, quando veio a falecer, assumindo o cargo vago o Monsenhor Alfredo Dâmaso, eleito Vigário Capitular.

A Dom Manuel de Paiva substituiu o jovem e dinâmico Bispo Dom Mário de Miranda Vilas Boas que regeu o Bispado de 1937 a 1946, quando foi promovido para a Arquidiocese de Belém do Pará, vaga naquele ano, sendo então substituído por Dom Juvêncio de Brito, da Diocese de Caitité, na Bahia, que governou de 1946 a 1954, quando em janeiro faleceu, atacado de leucemia, sendo eleito Vigário Capitular o Monsenhor José de Anchieta Callou, digníssimo Pároco da Matriz de Santo Antônio.

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