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quarta-feira, 25 de março de 2020

MEMÓRIA ESPORTIVA DE GARANHUNS - DÉCADA DE 1970

Equipe do Cruzeiro Esporte Clube - Final da década de 1960 - Em pé da
esquerda para a direita: João (diretor), José Elói (treinador), e os atletas:
Cícero, Luiz Granada, Dego, Aloísio, Paulo Barbosa e Neco. Agachados:
Laércio, Faísca, Zezinho, Nivaldo e Durinho
O Cruzeiro e o Sete de Setembro jogaram no Estádio da AGA. O presidente do Cruzeiro, João Capão, no banco de reservas, comentou o jogo com o treinador Arara os lances do jogo. Sete no ataque: o jogador recebe a bola, invade a área e marca o gol.

Jogadores do Cruzeiro reclamam do lance. O árbitro confirma o gols. Confusão entre os jogadores e o juiz. João Capão levanta-se do banco, tira do bolso uma chave de fenda, vai até o fundo da rede, e fura a bola. "Monta" em uma mobilete e sai do campo da AGA, correndo, aplaudido por uns e vaiado por outros (do Sete de Setembro é claro! Estava vingado: a bola estava "mucha". E João Capão saia vitorioso e satisfeito... 

Dias depois o delegado de polícia de Garanhuns, Doutor Amaral, comentava o acontecimento, dizendo que avistou todo o ocorrido, por gostar muito de ver os jogos da AGA. Viu quando João Capão "atacou" a bola, mas, no momento não teve raiva de João mas, sim de um senhor que vinha atrás de "Capão" gritando: "Na bola, não João. Na bola não-João. No juiz! "Era o treinador Arara, que estava com a perna quebrada.

Laércio Peixoto de Melo
Jornal A Folha / 25 de Setembro de 1999

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