quarta-feira, 6 de maio de 2020

FIQUE EM... LAVE AS... USE...


Hoje, 29.04? Meu Deus! E eu, aqui, ainda, desde 20.03. Nunca me ocorrera passar tanto tempo em casa, desde a MESBLA. Desde a LTB. Também no serviço público. No máximo, 30 dias, ou, muito menos, por conta das conversões de parte das férias em dinheiro.

Ligo a TV. Nem pensar num cessar os contágios. Nem pensar num brando aos óbitos. Pelo contrário, as notícias só dão conta que crescem.

Os apelos ao respeito à saúde pública se aguçam, e chagam a dramatizarem, sei lá: “FIQUE EM CASA”. “LAVE AS MÃOS”. “USE MÁSCARA”.

"O pico ainda está por vir", dão conta. Podemos ser o epicentro do mal, asseguram. E, a cada minuto, repetem. Num terror que abate. Que nos leva ao chão. E a pensar que não somos nada diante de tal situação. Pobre ou rico. Preto ou branco. Enfim, quem quer que seja.

Confiantes, estamos, e, unânimes, também crentes que os contágios e seus desfechos só crescem. Porque por não atingirmos os desejados 70% mínimos, perseguidos pela gente da saúde do mundo inteiro em combate a esse vírus traiçoeiro, invisível, letal.

Fico a pensar, agora, no silêncio de meus aposentos. Por que não os 70/80%, perseguidos pela OMS e governos do mundo inteiro, como ideal ao distanciamento, recolhimento, isolamento..., não acontecem em terras brasileiras?

A ciência está dividida? Parte dela quer essa medida? A outra, dela, desdenha? O mundo, através de seus continentes, diverge quanto às medidas que devemos adotar no combate a esse mal?

Ora! Ora! Só aqui, a gente assiste a essa disputa. Estou começando a temer pela gente brasileira. Quanto ela tem errado, levada por sua inaptidão em discernir entre o bem e o mal. E, hoje, estamos a pagar um grande preço por um erro cometido por uma eventual maioria, hoje reduzida a uma minoria de fanáticos, claramente, ideológicos, a pregarem o endeusamento de vocações, de natureza demoníacas.

GIVALDO
Calado de Freitas

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